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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Cães podem «diagnosticar» cancro nos humanos

Vários cientistas pretendem provar que os cães podem «diagnosticar» cancro em seres humanos, farejando a doença através da saliva ou da urina da pessoa.
Os cientistas realizaram um teste que envolveu 55 pessoas com cancro de pulmão e 31 com cancro de mama. Ao mesmo tempo, foram testadas 83 pessoas sem a doença. Os cães acertaram entre 88 a 97 por cento dos casos.
A pesquisa refere que bastariam apenas três semanas para tornar um cão num verdadeiro médico. De acordo com os cientistas, o animal também pode detectar, entre amostras do hálito humano, e distinguir qual é o de um portador de cancro de pulmão ou mama.
Isto seria feito precocemente, quando a doença ainda não manifestou sinais claros de que está presente no organismo da pessoa em questão.

Fonte:http://diario.iol.pt/internacional/caes-cancro-cientistas-doencas-farejar-iol/956254-4073.html

Reflexão:
Importante descoberta. Se assim for, a prevenção será muito mais fácil e assim poderíamos detectar e controlar muito mais facilmente a doença. Resta saber como e de que forma tal seria executado… mas é sem dúvida um avanço que pode ajudarem muito…

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Descoberto inibidor de enzima que actua como agente anticancerígeno

Foi descoberta uma substância capaz de reduzir o tamanho dos tumores ao inibir uma enzima envolvida na síntese do ADN.
Uma característica do cancro é o facto de as suas células se dividirem de forma descontrolada, através da replicação do ADN, que se multiplica por dois e se distribui pelas duas novas células resultantes.
Nas primeiras etapas deste processo de replicação intervém a enzima quinase Cdc7, que activa um grupo de proteínas que põe em marcha este processo de cópia do material genético.
A equipa descobriu uma pequena molécula capaz de inibir a acção desta enzima, evitando a multiplicação do ADN e, por conseguinte, a reprodução das células cancerígenas nos pacientes que padecem de tumores.
Esta substância actua contra a divisão celular descontrolada no princípio do processo e não nas últimas fases, como acontece com a quimioterapia.
Outra vantagem destacada pelos investigadores é que a molécula tem menor toxicidade do que os actuais tratamentos de quimioterapia.
Em experiências com ratinhos de laboratório doentes de cancro, o inibidor reduziu o tamanho do tumor com baixos níveis de toxicidade.


Reflexão:
Excelente notícia para a população mundial. Numa altura em que cada vez mais nos deparamos com doenças de cancro, esta descoberta só vem por em prática todos os esforços que os investigadores têm feito em relação ao tema cancro. Espero que os testes corram de forma satisfatória e que rapidamente esta técnica surja para “combater” não só os cancros como as técnicas utilizadas.

sábado, 3 de maio de 2008

Quimioterapia actual não atinge células-mãe do cancro da mama

O frequente insucesso das quimioterapias para eliminar totalmente o cancro da mama explica-se sobretudo pelo facto do tratamento não destruir as células-mãe do tumor, o que faz com que este reapareça.
Enquanto os medicamentos anti-cancerígenos convencionais destroem a disseminação do cancro, deixam também intactas as células-mãe, explicam os autores do estudo.
Pelos vistos, parece que estas células, pela sua natureza, são resistentes aos efeitos dos tratamentos anti-cancerígenos actuais.
A criação de medicamentos que visam especificamente as células-mãe do cancro é a via a seguir para combater mais eficazmente os tumores.
Segundo o médico, o medicamento lapatinib ou TYKERB combinado com outros anti-cancerígenos, parece ser eficaz na destruição das células-mãe cancerígenas e do tumor em si.
Este promissor medicamento, ainda a ser desenvolvido, deverá ser utilizado para o tratamento dos cancros da mama que criaram metástases e que contêm um marcador de uma proteína chamada HER2.


Reflexão:
Esta noticia só vem por em questão aquilo que à muito já é questionável: a eficácia de tratamentos como a rádio e a quimioterapia. É sabido de todos, ou quase todos, que se tem vindo a estudar novas formas de poder combater e renovar estes tratamentos antigos, nomeadamente, um tratamento “que é teleguiado” até às células cancerígenas, destruindo-as... este sim poderá ser o futuro quer deste, quer doutro tipo de cancros!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Proteína humana pode abrir um novo caminho para combater a Sida

Os investigadores afirmam ter bloqueado uma infecção com HIV numa proveta, ao desactivarem uma proteína humana, a ITK, activa nos linfócitos T, células imunitárias do organismo.
A maior parte dos tratamentos anti-sida visam as proteínas do próprio vírus.
Mas, tendo em conta que o HIV é capaz de múltiplas mutações, as proteínas visadas mudam rapidamente e conduzem à emergência de resistência do vírus aos tratamentos.
Estes cientistas descobriram que, ao agirem sobre as proteínas ITK, podiam bloquear a infecção por HIV das células imunitárias humanas.
A proteína ITK activa os linfócitos T no mecanismo normal de resposta imunitária do organismo humano.
Contrariamente às proteínas do vírus HIV, a proteína ITK desenvolve muito poucas mutações, adiantou, o que explica o recente interesse da comunidade científica em desenvolver os tratamentos para a neutralizar.
Estes trabalhos mostram também que se a proteína ITK não está activa, o vírus da Sida não pode utilizar eficazmente as células linfocitárias T para se reproduzir, o que retarda, ou até mesmo bloqueia, a sua propagação.



Reflexão:
Descobertas e mais descobertas…possíveis curas mas até agora nada demais…será desta vez? Parece que sim pelo menos é o mais promissor de todos os tratamentos, na medida em que se teve em atenção o facto do HIV ser um retrovírus…agora resta ver se estes tratamentos, passados “do papel para a realidade” são tão bem sucedidos! Esperemos que sim…

Cães ajudam a desenvolver sistema imunológico das crianças

Cientistas descobriram que o melhor amigo do homem é também a melhor companhia para as crianças, já que a convivência com cachorros durante a infância ajudaria no desenvolvimento do sistema imunológico dos pequenos contra asma e alergias.
Exames de sangue mostraram que crianças que convivem com cachorros dentro de casa apresentavam menos risco de desenvolver sensibilidade a pólen, poeira e outros agentes alergénicos inaláveis - que costumam servir de gatilho para asma, rinite alérgica, eczemas e espirros - do que crianças sem cães.
Por mais estranho que pareça, no entanto, os benefícios registrados em relação aos anticorpos das crianças menores não aparecem em termos de sintomas, segundo a pesquisa.
Crianças pequenas com cães em casa mostraram-se tão susceptíveis à asma e outros problemas quanto crianças sem cachorros.


Reflexão:
Esta descoberta só vem por em prática o slogan de uma marca de detergente bem conhecida “É bom sujar-se!”. De facto, estar em contacto, aquando da nossa infância com diverso e mais vários tipos de antigénios será muito importante pois, com o aumento da idade, as defesas vão-se especializando, ficando assim mais forte e menos susceptíveis a doenças.

Célula-tronco gera três tipos de células cardíacas

Cientistas conseguiram desenvolver três tipos de células cardíacas humanas a partir de células-tronco (também conhecidas como células-mãe ou células estaminais). A equipe tratou as CTs com um “cocktail” de factores de crescimento e moléculas envolvidas no desenvolvimento celular. Com a administração dos fatores de crescimento no ponto preciso do desenvolvimento, as CTs convertem-se em progenitoras de três tipos de células essenciais para o funcionamento do coração: cardiomiócitos, endoteliais e do músculo liso vascular.Os cientistas transplantaram uma mistura das células obtidas em ratos de laboratório com enfermidades cardíacas induzidas, e registraram melhora no estado de saúde dos animais.A pesquisa é polémica porque envolve a destruição de embriões humanos. A lei permite apenas o uso de embriões sobressalentes, congelados há mais de três anos em clínicas de fertilização in vitro, com autorização do casal doador. As CTs embrionárias são colhidas de embriões de cinco dias.

Reflexão:
Bem, de certa forma o que aqui vem dito nesta descoberta tem sido, há muito, especulado como possíveis formas de tratamento sendo, por isso, uma esperança para a medicina!
Desta seria, seria possível gerar novos tecidos, sem que houvesse rejeição por parte do corpo, contudo há muitos aspectos morais associados, pois há quem diga que células tronco já têm vida! Muito se fala…resta saber se algo se iráconcretizar…

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Antidepressivo pode tratar fibrose cística

Uma pesquisa de cientistas sugere que um medicamento antidepressivo poderá ser usado no tratamento de infecções sofridas por pacientes com fibrose cística.
A doença pulmonar é causada por uma mutação genética que cria o ambiente perfeito para que bactérias se reproduzam e causem danos permanentes no pulmão.
Segundo os cientistas o antidepressivo amitriptilina reduz níveis de uma molécula gordurosa, a ceramida, no pulmão.
A acumulação de moléculas de ceramida no pulmão leva à morte de células pulmonares e à inflamação, o que causa a infecção por bactérias. Esta infecção é a principal causa de morte entre as pessoas que têm a fibrose cística.
Os antidepressivos à base de amitriptilina são conhecidos por bloquear a produção de ceramida e, quando o medicamento foi dado aos ratos, os níveis de gordura voltaram ao normal, os animais ficaram mais saudáveis, com menor susceptibilidade a infecções.
Apesar da equipa de cientistas não ter feito experiências com humanos, os cientistas afirmam que esta pode ser uma nova e importante maneira de lidar com a doença.



Reflexão:
Boas notícias para os doentes portadores desta doença…esperamos que isto tenha pernas para andar pois assim poderia ser possível acabar com o sofrimento destes pacientes. Estas notícias são sempre bem vindas, o que demonstra a aplicação de muitas pessoas na área da biotecnologia…

sábado, 5 de abril de 2008

Cancro: mais um passo para a cura

Fazer jejuar ratos durante dois dias permite proteger as células sãs do seu organismo contra os efeitos tóxicos da quimioterapia, uma descoberta potencialmente importante para tratar o cancro.
Os ratos submetidos a doses elevadas de quimioterapia após dois dias sem
alimento continuaram a ser vigorosos, enquanto aqueles que foram alimentados normalmente morreram. Além disso, os sobreviventes do grupo alimentado continuaram a perder peso e a enfraquecer.
Testes feitos em células humanas confirmaram a observação verificada nos ratos.
Tornar a quimioterapia mais selectiva é, há várias décadas, o objectivo prioritário da medicina, pois os médicos acreditam que poderiam controlar melhor o cancro, ou mesmo curá-lo, se a quimioterapia não fosse tão destrutiva para o resto do organismo. Durante décadas, os investigadores trabalharam no desenvolvimento de tratamentos sobre as células cancerosas, ao passo que os trabalhos de Valter Longo concentraram-se na protecção das outras células, as saudáveis.
Investigador na área do envelhecimento Valter Longo pretende agora proceder a um ensaio clínico em pequena escala e espera que os resultados confirmem as suas primeiras constatações.

Reflexão:
Seguem-se notícias e mais noticias muito animadoras sobre o tratamento do cancro. Esta nova descoberta abre novas perspectivas de tratamento possibilitando que as consequências desses mesmos tratamentos sejam menos agressivas. Espero que, de todas estas noticias que têm vindo à baila, algumas delas singre…

Investigadores lusos descobrem «culpados»

Dois jovens investigadores portugueses encontraram os «culpados» pela morte dos neurónios que estão na origem das doenças de Parkinson e Alzheimer. A investigação demorou ano e meio e tem por base células vivas, em cultura com fluorescência verde.
«Há uma proteína que existe nos pirilampos que emite luz verde. Foi possível em laboratório partir a proteína ao meio levando a que a proteína deixasse de emitir luz verde», explica o investigador Filipe Carvalho. «A proteína só voltava a emitir luz verde caso se juntasse de novo», acrescenta.
Desde há muito tempo que se sabe que os doentes de Parkinson têm alterações nas proteínas cerebrais. Essas proteínas ficam com formas estranhas, acabando por tornar a células incapazes, levando-as à morte.
Uma descoberta importante, em especial para doentes com Parkinson ou Alzheimer e que pode abrir a porta a novas oportunidades terapêuticas.
São boas notícias para os 70 mil portugueses que sofrem de Alzheimer e para os 20 mil portugueses a quem foi diagnosticada doença de Parkinson.

Reflexão:
É verdade, são óptimas notícias, não só para os portugueses (uma vez que a incidência destas doenças neurológicas são elevadas) como para todo a população mundial. Assim, num futuro próximo, poderá ser possível criar um medicamento, a ser utilizado aquando dos primeiros sintomas da doença, para evitar que evolua. Isto seria um grande passo para o “controlo” desta doença. Resta, por fim realçar os investigadores portugueses que contribuíram para este feito…

Um gel contra a SIDA

Testes, testes e mais testes — o gel anti sida ainda vai passar por muitos deles antes de chegar ao mercado. Um caminho que vai levar no mínimo cinco anos.
As investigações iniciais mostraram que essa substância agia como um poderoso microbicida contra o HIV. Dessa forma, surgiu a ideia de acrescentar o composto a um gel lubrificante — e com uma finalidade precisa, que seria a protecção do organismo feminino.
Os primeiros resultados em laboratório provaram a eficácia da droga contra a contaminação e empolgaram os pesquisadores. Eles, então, mergulharam mais fundo nos trabalhos e, muito além das cobaias, passaram a esquadrinhar a acção do gel em células do útero humano. Os resultados foram mais que animadores, uma vez que observou-se que o dollabelano diterpeno consegue sobreviver por várias horas na flora vaginal sem sofrer grandes alterações e sem perder sua eficácia, contudo, afirmam que, para o sexo anal não se sabe se o efeito será o mesmo, na medida em que na mucosa dessa área há bactérias que podem interferir na acção do gel.


Para melhor conhecimento de como o vírus HIV contamina um organismo não infectado, visitem a fonte que seguidamente apresento…

Reflexão:
Excepcional notícia… Se de facto tudo isto for verdade, estamos perante uma promissora descoberta que pode ser a salvação para muitas pessoas. Pelo que é dito, as investigações já vão algo avançadas e os resultados têm sido muito animadores…espero que tudo dê certo desta vez e que o facto deste vírus ser um retrovírus não afecto neste trabalho tão bem desenvolvido…

Descoberta nova versão de interferão

Uma nova versão do interferão, proteína usada no tratamento de alguns tipos de tumores e infecções virais e parasitárias, foi descoberta.
O interferão é uma classe de glicoproteínas produzidas por todas as células do organismo. Até hoje, três tipos de interferão humano já foram isolados em laboratório e denominados alfa, beta e gama. A diferença entre eles reside na composição de seus aminoácidos. Os diferentes interferão alfa e gama são produzidos sobretudo pelos linfócitos e actuam na circulação, enquanto o beta, produzido principalmente nos fibroblastos (células do tecido conjuntivo), age sobre os tecidos.O interferão beta é usado no t
ratamento das hepatites B e C e da esclerose múltipla.O interferão descoberto pela equipe de Peregrino possui as mesmas características biológicas do interferão beta mais comum e provavelmente agirá sobre as mesmas doenças que ele. A vantagem é que a proteína recém-descoberta é muito mais estável que a outra.A nova substância, que também é produzida nos fibroblastos, já foi sintetizada em larga escala em laboratórios da universidade. O primeiro passo foi isolar o gene da proteína, encontrado na membrana amniótica da placenta humana. Em seguida, esse gene foi inoculado na bactéria Escherichia coli que, ao se reproduzir, fez com que ele se multiplicasse. Os estudos ainda estão sendo feitos em nível molecular, e os cientistas não sabem quando os testes sobre a acção da substância no metabolismo humano serão realizados.

Reflexão:
Enfim, a cada dia que passa a ciência surpreendo-nos cada vez mais, sendo que a maior parte das vezes é pela positiva como neste caso... É sempre bom saber de novidades como estas pois assim temos a certeza que os processos de investigação que visam a destruição e o combate de algumas doenças estão em curso.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Descoberta da proteína reguladora da apoptose pode originar droga que enfraqueça células cancerosas

A proteína SMAC, encontrada nas mitocôndrias celulares, pode ser a reguladora da apoptose em mamíferos. Recém-descoberta, a proteína foi isolada numa grande cultura de células humanas por dois pesquisadores. Eles concluíram que ela provoca a liberação de caspases (enzimas que realizam a apoptose) no corpo celular.
A descoberta pode colaborar na elaboração de uma droga contra o cancro. Análises anteriores haviam mostrado que a proteína SMAC desempenhava papel importante na regulação da apoptose. Agora, descobriu-se que ela é capaz de anular a acção de um grupo de proteínas chamadas IAPs (inibidoras de apoptose), que estão sempre presentes nas células para impedir a actividade das caspases. As células tumorais, devido a sua intensa multiplicação, apresentam níveis muito elevados de IAPs para evitar a apoptose.
No entanto, há o risco de a droga agir também em células sadias, já que as IAPs de normais e cancerosas são idênticas – diferem apenas na quantidade. Assim, tecidos saudáveis começariam a sofrer apoptose e, portanto, a desaparecer.

Reflexão:
Bem mais uma forma de poder combater todo este problema: o cancro. Contudo, e segundo os estudos, este combate pode não ser tão rigoroso como se esperava, do tipo das células teleguiadas que matam as células com tumor. Pelo que é dito, este tratamento é muito semelhante à químio ou radioterapia, pelo que em pouco ou quase nada favorece relativamente aqueles que anteriormente relatei.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Combate à tuberculose travado por estirpes e ligação à SIDA

De acordo com a OMS, o nível de casos com tuberculose multi-resistentes a drogas terapêuticas subiu ao nível mais alto de sempre e a resposta a esta epidemia tem sido inadequada.
Uma grande ameaça é o facto de apenas 10 por cento das pessoas com tuberculose multi-resistente terão acesso a tratamento devido à falta de capacidade dos serviços de saúde e laboratórios, bem como a combinação entre a tuberculose e o vírus da Sida, que está a alimentar a epidemia de Tuberculose em muitas partes do mundo, especialmente em África.
A OMS teme que o controlo da Tuberculose tenha também sofrido, e que a falta de investimento em alguns programas nacionais tenha prejudicado o diagnóstico e consequente tratamento de doentes.
A OMS calcula em 9,2 milhões o número de novos casos de Tuberculose em 2006, doença que terá vitimado cerca de 1,5 milhões de pessoas no mesmo ano, data dos últimos dados disponíveis.


Reflexão:
Notícias trágicas!!!! Este tipo de doenças são aquelas que mais afectam a população mundial bem como são aquelas para as quais há menos meios de destruição das doenças.
O facto de haver muito infectados em africa por esta doença é natural…vem ao encontro daquilo que anteriormente estudamos…esta doença, oportunista, aproveita-se das fragilidades do organismo, concebidas pela presença do vírus HIV, nomeadamente a diminuição em grande número dos vários tipos de Linfócitos.
É uma doença que tem vindo a aumentar na incidência e que perspectiva que ainda aumente mais…

Transexual masculino grávido de 5 meses

Beatie, cujo aspecto é o de um homem grávido de cinco meses, submeteu-se a uma alteração para eliminar os peitos femininos e a um tratamento de testosterona no seu processo de mudança de sexo mas conservou os seus órgãos reprodutores. Atendendo ao facto da sa namorada foi "vítima" de uma operação, a histerectomia, esta está impedida de ter filhos.
Logo que conseguiram ter uma situação económica desafogada, o casal tomou a decisão de Beatie ficar com a gestação do bebé de ambos.
O primeiro médico endocrinologista que os atendeu rejeitou o caso porque a sua equipa se sentia incomodada para tratar "alguém como ele”. Depois de um ano em que correram nove médicos e gastaram vários milhares de dólares, Thomas e Nancy conseguiram aceder a um banco de esperma para fazer o seu bebé.
Todavia, a primeira tentativa não teve êxito e o óvulo fecundado instalou-se fora do útero, levando Beatie à sala de operações onde lhe retiraram uma das suas trompas de falópio.
A segunda tentativa teve mais êxito e Beatie está agora grávido e espera dar à luz uma menina por volta de 3 de Julho deste ano.

Reflexão:
Simplesmente insólito…mas com todo o sentido…à primeira vista era impossível afirmar tal coisa…mas bem explicado e ao ver em que circunstancias este homem se tornou como tal, explicam todo este mistério que se debate com todo este processo…
Simplesmente insólito…quando a criança for para a escola e comentar com os colegas que foi o seu “pai” que lhe trouxe ao mundo…os seus colegas devem pensar que isso será uma brincadeira como aquelas do dia 1 de Abril. Mas acalmem-se…esta noticia é verídica…apenas fiz um comentário próprio do dia em que publiquei esta notícia…
Caso não acreditem podem sempre comprovar na fonte anteriormente indicada...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Testosterona pode proteger contra a anorexia

Um estudo indica que a hormona testosterona pode representar uma protecção importante contra o desenvolvimento de distúrbios alimentares.
Segundo os autores os resultados evidenciam que problemas como anorexia ou bulimia estão relacionados não apenas com influências sociais, mas também com factores biológicos.
O estudo de seis anos, feito com 538 grupos de gémeos, revelou que indivíduos do sexo feminino que compartilharam o útero materno com irmãos - e estiveram expostos a níveis mais elevados de testosterona - apresentaram menor risco de desenvolver distúrbios alimentares em comparação com outras que tiveram irmãs.
Já estudos anteriores tinham identificado que as mulheres seriam mais afectadas por problemas relacionados com a alimentação do que os homens, mas sempre se imaginou que isso estivesse ligado apenas a influências sociais, como no ideal de beleza associado à mulher magra.

Reflexão:
Cada vez mais estudos ajudam a compreender como a testosterona actua no desenvolvimento cerebral. Se soubermos que há factores de protecção contra os distúrbios alimentares, poderemos determinar potencialmente quais as áreas do cérebro que podem ser particularmente sensíveis à exposição pré-natal à testosterona e usar essa informação para identificar possíveis tratamentos.

Ausência de dois cromossomas aumenta taxa de resposta a tratamento a tumor cerebral raro

Pacientes com um tipo específico de tumor cerebral com alto grau de agressividade, e a quem lhes falta um cromossoma específico vivem mais tempo e respondem melhor a uma quimioterapia baseada no tratamento com temozolomidas do que pessoas sem essa anormalidade genética.De salientar que estes resultados precisam de ser confirmados com novos estudos, pois o actual foi realizado com uma amostra relativamente pequena até pela raridade da doença. No estudo, 25 pessoas com gliomatose cerebral foram sujeitos a testes genéticos e, durante dois anos, receberam tratamento com temozolomidas. Verificou-se que quase todos os doentes em que faltava o cromossoma 1p e o 10q tiveram uma taxa de resposta mais alta e uma sobrevida maior."88% das pessoas com aquela diferença genética responderam bem à temozolomida comparativamente com 25% das pessoas sem aquela diferença genética", referiu o investigador. Para além disso, aqueles a quem faltavam os dois cromossomas viveram, em média, mais cinco anos do que o grupo com esses cromossomas que viveram apenas mais 15 meses. Os que não tinham os cromossomas também estiveram mais tempo sem haver progressão do tumor", informa o investigador. É por isso, diz, que a temozolomida é agora a primeira escolha para tratamento de doentes com gliomatose cerebral, sobretudo aqueles que não têm os cromossomas 1p e 19q.
Reflexão:
Mais uma notícia muito interessante. Desta vez, sobre um tema por nós muito relatado nas aulas teóricas. Todas estas descobertas permitem desenvolver tecnologia de forma a poder arranjar métodos de combater todas essas mazelas que são causadas por estes “macrófagos” do mal.

Identificadas 22 novas variantes do gene que determina grupos sanguíneos

Uma equipa de investigadores identificou novas variantes dos alelos do sistema ABO, o mais importante grupo sanguíneo humano, em doentes com leucemia. Este trabalho ajuda a compreender o mais importante grupo sanguíneo da medicina para transfusões e transplantes.
Até agora sabia-se que doentes com leucemia apresentavam, normalmente, um enfraquecimento dos antigénios (moléculas capazes de gerar uma resposta imune) ABO. Ora, sabe-se que a leucemia é um termo utilizado para designar a transformação maligna de células sanguíneas
Ao estudar pacientes com diferentes tipos de leucemia, os investigadores encontraram 22 novas variantes de ABO, além das 20 já conhecidas, sendo que a maior parte dessas novas variantes estava localizada no alelo O.
De acordo com a investigadora, o sistema ABO, localizado no braço longo do cromossoma nove, tem mais de 160 alelos e não está presente apenas na linhagem de células que contém os elementos do sangue, mas também está na parte interior dos vasos sanguíneos, em outros tipos de células e até mesmo em secreções. Até agora os cientistas têm considerado que o sistema ABO desempenhava uma função específica, mas não se sabia qual. Se se conseguir entender melhor o funcionamento do sistema, poderão surgir pistas sobre quais seriam as variantes ou mutações críticas para a especificidade e actividade dos antigénios ABO.


Reflexão:
Importante descoberta que pode ajudar a combater as mais importantes doenças do sangue como a leucemia. Espero que os estudos prossigam e que seja possível mais facilmente combater este tipo de doenças, por vezes tão banais…

O esconderijo do HIV

Um estudo indica que o vírus causador da SIDA pode resistir à acção das drogas anti-retrovirais por mais tempo do que se imaginava. Segundo o estudo, essa sobrevivência aconteceria porque o HIV consegue esconder-se em compartimentos celulares, evitando ser atingido pelos medicamentos.
O trabalho sugere que são necessárias novas terapias para atingir o vírus nesses esconderijos. Recorde-se que estudos anteriores já tinham verificado que os pacientes costumam exibir um grande declínio nos seus níveis virais depois de receber tratamentos-padrão para supressão da infecção. No novo estudo descobriu-se que as infecções persistem, em nível reduzido, durante pelo menos sete anos. Os investigadores destacam que, apesar de os resultados evidenciarem que a terapia anti-retroviral potente pode suprimir a infecção por HIV em níveis quase não identificáveis, ela não erradica o vírus. Para eles, o estudo ressalta a importância de identificar as células que abrigam o vírus e permitem que ele sobreviva no organismo.


Reflexão:
Que posso eu dizer? Péssima noticia…já não bastava saber que uma possível vacina contra a SIDA está cada vez mais difícil de encontrar, agora surge esta notícia bombástica. Pois bem só há uma cura possível…é prevenir! Isto porque, pelo andar da carruagem, nem daqui a 10 anos como agora se diz haverá alguma vacina possível ou um tratamento que possa melhorar a vida dos infectados… Só falta dizer que, neste momento, quem apanhar o vírus da SIDA estará condenado…

sábado, 8 de março de 2008

Mutação genética explica grande salto na evolução

Pela primeira vez, cientistas mostraram que alterações observadas no corpo de animais durante a evolução são resultado da acção de genes. Estudos realizados indicam que animais aquáticos semelhantes a crustáceos evoluíram para insectos terrestres de seis patas por causa de mutações genéticas aparentemente simples. A ausência de um mecanismo genético que permitisse o surgimento de estruturas corporais radicalmente diferentes era frequentemente apontada como uma falha na teoria da evolução, mas a descoberta feita pelos cientistas americanos reafirma a proposta de Charles Darwin.
A equipa estudou a acção dos genes reguladores Hox, que contêm informações para produzir proteínas capazes de activar ou desactivar vários genes. Em 1983, o chefe de equipa e outros pesquisadores descobriram que as características dos genes Hox (que determinam o exacto posicionamento da cabeça, do tórax e do abdômen durante o desenvolvimento de moscas-das-frutas) estavam presentes no genoma de todos os animais, inclusive no do homem. Hoje, quase duas décadas depois, a mesma equipa observou que, quando os genes Hox sofrem mutações, proteínas diferentes passam a ser produzidas e seleccionam os genes que permanecem ou não em funcionamento também de forma diferenciada.
Os biólogos modificaram genes Hox do crustáceo conhecido como Artemia e o inseriram em embriões de moscas-das-frutas. Fizeram o mesmo com genes Hox dos insectos. As proteínas mutantes reduziram o aparecimento dos membros, o que sugere que, há cerca de 400 milhões de anos, os ancestrais de Artemia perderam seus membros traseiros e se desenvolveram em insetos de seis patas por causa de alterações em genes regulladores Hox.
Os resultados do estudo oferecem pistas sobre como outros genes reguladores estão envolvidos em mudanças mais recentes na estrutura dos corpos de animais. Essa pesquisa pode ainda ajudar os cientistas a compreenderem melhor certas doenças humanas, como alguns tipos de cancro.


Reflexão:
É incrível que uma simples mutação seja a base de tudo...era sabido que a vida humana “veio” do meio aquático e que, provavelmente, tinha resultado de um processo longo de mutações, agora que tinha surgido apenas de uma simples mutação…isso é que não era conhecido…
No meu entender, este foi uma interessante descoberta sobre um tema que nas aulas deve particular relevo – as mutações –.

Avanços no desenvolvimento de fármaco para Paramiloidose

Cientistas portugueses conseguem compreender como desenhar um fármaco para a estabilização da proteína que está relacionada com o desenvolvimento de sintomas na Doença dos Pezinhos.
A polineuropat
ia amiloidótica familiar (PAF) ou paramiloidose, comummente conhecida como Doença dos Pezinhos, é uma patologia genética neurodegenerativa com grande incidência no norte de Portugal. Apesar da doença estar identificada desde a década de 1950 a ciência continua sem encontrar respostas terapêuticas adequadas e não invasivas para a prevenção e tratamento da Doença dos Pezinhos. Agora, cientistas do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) do Porto, em conjunto com outros investigadores apresentaram os resultados de um estudo onde demonstram ser possível estabilizar a proteína transtirretina (TTR) que está relacionada com o desenvolvimento da paramiloidose. A TTR é uma proteína que existe no plasma e no líquido céfalo-raquidiano, transporta a tiroxina (T4) e de forma indirecta o retinol, também designado por vitamina A. Na realidade, quando a proteína TTR sofre alterações iniciam-se a formação das fibras de amilóide e depósitos da mesma, os quais se verificam em doentes, que a médio prazo, começam a perder sensibilidade ao nível dos membros inferiores e numa fase terminal afectação dos rins e do coração. No estudo os cientistas portugueses demonstram como a proteína TTR apresentou uma maior estabilização quando usados derivados iodados do ácido acetil salicílico (aspirina). A nova aposta num fármaco com compostos iodados podem permitir desenvolver uma nova molécula para a prevenção da Doença dos Pezinhos, mas não para o tratamento.
Reflexão:
É sempre bom saber deste tipo de descobertas, pois esta “doença” é muito característica no nosso país e afecta muitas pessoas.
A paramiloidose foi uma doença tratada nas nossas aulas de biologia e, por isso, achei interessante colocar algo actual sobre esta, que pode ser a esperança de uma possível cura para muitas pessoas, não só portuguesas como de outros países.