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quarta-feira, 9 de abril de 2008

Filme educativo!!!!

Bem, ao ver o filme “ A Máscara” deparei-me com uma situação muito engraçada…vi que até os filmes são educativos, mesmo aqueles que parecem algo difícil de o serem…neste pequeno vídeo, está descrito como os espermatozóides chegam ao seu objectivo, de uma forma cómica…



terça-feira, 6 de novembro de 2007

Vantagens do aleitamento materno

O leite materno é um alimento vivo, completo e natural, adequado para quase todos os recém nascidos, salvo raras excepções. As vantagens do aleitamento materno "são múltiplas e já bastante reconhecidas, quer a curto, quer a longo prazo, existindo um consenso mundial de que a sua prática exclusiva é a melhor maneira de alimentar as crianças até aos quatro a seis meses de vida, reforça esta especialista.Para o bebé, o aleitamento materno traz como vantagens a prevenção das infecções gastrointestinais, respiratórias e urinárias, isto para além do seu efeito protector sobre as alergias, nomeadamente as específicas para as proteínas do leite de vaca. O leite materno permite ainda que os bebés tenham uma melhor adaptação a outros alimentos. A longo prazo, este leite pode também prevenir o aparecimento de diabetes e de linfomas.No que diz respeito às vantagens para a mãe, o aleitamento materno facilita uma evolução uterina mais precoce e traz uma menor probabilidade de contrair cancro da mama. Sobretudo, permite à mãe sentir o prazer único de amamentar.Para além de todas estas vantagens, o leite materno constitui o método mais barato e seguro de alimentar os bebés e, na maioria das situações, protege as mães de uma nova gravidez. No entanto, é fundamental que todas as seguintes condições sejam cumpridas:
.aleitamento materno praticado em regime livre;
.sem intervalos nocturnos, .sem suplementos de outro leite;
.nem complementos com qualquer outro tipo de comida.
Esta protecção pode prolongar-se até aos seis meses do bebé e enquanto a menstruação não voltar.

Reflexão:
De facto, é incrível os benefícios que o aleitamento trás tanto para o bebé como para a mãe. Ao fazer tal a mãe está a fornecer ao seu filho “um quartel” de defesas essenciais à sobrevivência deste a pequeno e longo prazo. Para a mãe, tem inclusive uma vantagem importantíssima: o facto de prevenir contra o cancro da mama, um dos mais mortíferos em todo o mundo. No meu entender é essencial que em Portugal se comecem a implementar medidas que promovam um maior sucesso do aleitamento materno.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Desenvolvimento embrionário

Primeira fase: da fecundação à formação das três camadas
O desenvolvimento embrionário tem início com a fecundação onde há formação de um zigoto. O zigoto inicia rapidamente a constante divisão, diferenciação e migração celular, que irão formar todos os tecidos do organismo. Com 2-6 dias de idade, o blastocisto implanta-se na parede do útero. Na segunda semana, depois da nidação, liberta hormonas para que a cavidade uterina se vá especializando com o objectivo de proteger, nutrir, e fornecer as hormonas necessárias ao seu crescimento. Vão começar a formar-se as estruturas percursoras das membranas fetais e da placenta - ao fim da segunda semana inicia-se uma circulação útero-placentária primitiva.
Segunda fase: da 3ª à 8ª semana – Período Embrionário
Neste período, há formação das três camadas principais: ectoderme, mesoderme e endoderme, dá origem aos seus próprios tecidos e sistemas de órgãos.
O sistema vascular e o coração, permitem que o seu sangue, que não se mistura com o da mãe, flua e nutra os tecidos em rápido crescimento. As fundações do sistema nervoso estão estabelecidas. O cérebro já está a formar-se, e formadas a vesículas encefálicas, toma proporções do adulto. Os olhos começaram a desenvolver-se. Surgem e evoluem os pulmões, intestino e estômago, a glândula pituitária, dentes e gengivas, pele e pêlos. Formam-se os membros, o esqueleto e outros tecidos estruturais: o embrião mexe-se e reage a estímulos. A boca, orelhas e nariz desenvolvem-se e podem fazer lembrar traços de família. Epitélio sensorial surge e torna, entre outros, os lábios sensíveis ao toque. À oitava semana estão formados os órgãos, estabelecidas as principais características da forma do corpo.
Terceira fase: da 9ª semana ao nascimento-Período Fetal
Este período, em que já estão formados os principais sistemas de órgãos, caracteriza-se pelo rápido crescimento do corpo e pela maturação destes sistemas.
É notável o aumento do comprimento durante o terceiro, quarto e quinto meses, (5 cm por mês) enquanto o ganho de peso é mais importante durante os 2 últimos meses de gestação (700g por mês). Outra alteração notável é a desaceleração relativa do crescimento da cabeça.
Às 21 semanas a mãe reconhece claramente os movimentos do feto. Às 28 semanas já está apto para viver, embora com grande dificuldade. Com 38 semanas o feto está preparado para o nascimento, após o qual, dependente dos cuidados de um adulto, concluirá o seu crescimento e maturação em alguns sistemas.

Super Interessante

domingo, 28 de outubro de 2007

Cancro do útero

Cancro do útero é um tumor maligno dos tecidos do útero. O cancro do útero afecta principalmente dois locais - o cólo do útero e o endométrio. Em casos raros, o músculo uterino é afectado por um tipo de cancro conhecido como leiomiossarcoma. O cancro do endométrio é um dos tipos de cancro mais comuns do sistema reprodutor feminino. Ocorre mais vulgarmente em mulheres que tiveram excesso de estrogénio no seu sistema reprodutor, particularmente se o nível de progesterona for baixo. Os factores que podem elevar o nível de estrogénio incluem obesidade, ausência de ovulação ou administração prolongada de hormonas estrogénicas, não compensada por administração de pogestagénicos. Diferentemente do cancro cervical, que é raro em mulheres que não tenham tido relações sexuais, o cancro do endométrio pode afectar mulheres virgens e é mais comum nas que tenham tido poucos ou nenhuns filhos. A utilização de contraceptivos orais diminui para metade o risco de cancro do endométrio. O primeiro sintoma de cancro do endométrio numa mulher depois da menopausa é geralmente um corrimento vaginal com sangue. Em mulheres mais jovens, o primeiro sintoma pode ser menorragia (períodos muito abundantes), hemorragias entre períodos ou hemorragias depois das relações sexuais. No entanto, várias outras situações podem também ser a causa deste tipo de hemorragias.
Contudo, e apesar de todos os alertas, a prevenção do cancro do colo do útero está a falhar em Portugal, uma vez que não existe rastreio sistemático para despistagem de infecção pelo papiloma vírus (HPV).


Reflexão:
É impressionante os casos de cancro do útero existentes em Portugal, comparativamente aos outros países da União Europeia apesar de ser curável em quase 100% dos casos quando detectado precocemente. Este tipo de situações não podem continuar. Portanto se for uma mulher esteja atenta a todos os sintomas, faça exames nomeadamente Papanicolaou. Se ainda fores uma adolescente tenta tomar o mais rápido possível a vacina (apesar de não ser comparticipada pelo Estado) pois esta confere uma total segurança que até agora nenhum outro fármaco mostrou.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

A louca montanha russa das hormonas

Sobem e descem. Alteram a temperatura do corpo. Tiram a boa-disposição. Trazem “pneus” que não estavam lá. São difíceis de manter na linha. Semelhante caos muda a vida da pessoa. Os níveis de estrogénios caem a pique, a partir dos 50 anos. Desaparece a menstruação e a protecção cardiovascular de que a mulher beneficiava, e aumenta o risco de fracturas; a progesterona é outra vitima da menopausa. Os níveis diminuem drasticamente, porque a função principal, que consiste em preparar o útero para a gravidez, deixa de ser necessária; a quebra da testosterona representa um golpe fatal para o desejo sexual em homens e mulheres. Parece que desempenha um papel importante na andropausa, a versão masculina da menopausa. Por outro lado é sabido que as mulheres, embora não tenham predisposição genética para sofrer varizes, fiquem mais susceptíveis a estas porque a gravidez torna incompetente algumas veias, na medida em que as hormonas ováricas fazem relaxar as fibras musculares existentes na parede venosa, tornando-as mais flácidas.
Fonte: Super Interessante
Reflexão:
É incrível o poder destas hormonas. Parece que não mas grande parte das coisas que acontecem no nosso corpo ao longo da nossa vida é derivado das hormonas. Mas o que mais me surpreendeu neste artigo foi o facto dos estrogénios e progesterona terem este efeito terrível nas mulheres grávidas que é o aparecimento de varizes.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A produção de óvulos e Ciclo ovárico/ciclo uterino

Os óvulos são produzidos nos ovários. De 28 em 28 dias dá-se ovulação (figura em baixo-as contracções do ovário e do folículo provocam uma roptura, para que o óvulo maduro-a vermelho- seja expulso do ovário) : uma das células amadurece e transforma-se num óvulo; depois rompe a parede do ovário e o óvulo é expulso instalando-se nas trompas de Falópio, onde poderá ocorrer fecundação.

Ciclo ovárico divide-se em duas fase:
Fase folicular esta fase compreende os primeiros 14 dias do ciclo. Se não houver fecundação no ciclo, a menstruação ocorre nos primeiros 4 dias: a mucosa que reveste o útero desprende-se com fluxo de sangue. Durante esta fase, dá-se a maturação. Cada futuro óvulo está contido numa estrutura, chamada de folículo, que vai amadurecer até se romper, permitindo que o oócito II vá para a trompa. A ovulação tem inicio no décimo quarto dia depois do inicio da menstruação. Por seu lado, a mucosa começa a aumentar de espessura, preparando-se para uma eventual fecundação.
Fase luteínica e
sta fase compreende os 14 últimos dias do ciclo. Após a ovulação, o folículo transforma-se num corpo lúteo (corpo amarelo), que começa a segregar progesterona para o sangue. Se não houver fecundação, o corpo amarelo degenera. A mucosa do útero continua a aumentar de espessura até ao momento em que está preparada para receber um possível embrião.

Ciclo uterino divide-se em: fase menstrual, fase proliferativa e fase secretora.

Fonte: Enciclopédia Activa e multimédia

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Tumores de Hipófise

Como se desnvolve?
Os adenomas hipofisários não possuem causa bem definida, sendo provavelmente provocados por mutações isoladas de células hipofisárias normais. Uma parcela de 3 a 5 % dos casos apresenta distribuição familiar, estando associada a mutações transmitidas hereditariamente. Esses casos podem envolver a ocorrência do mesmo adenoma na mesma família (adenomas familiares) ou estarem associados às adenomatoses endócrinas múltiplas. Nessa situação, os pacientes podem exibir tumores funcionantes de paratiróide, pâncreas e supra-renais.
O que se sente ?
Os sintomas associados aos adenomas hipofisários são neurológicos e hormonais. Os sintomas neurológicos mais comuns são a dor de cabeça e a diminuição da acuidade visual. A dor de cabeça costuma ser na região frontal e lateral, do tipo constante, sem factores determinantes e usualmente alivia com analgésicos comuns. A perda visual ocorre na acuidade visual e principalmente na visão para as laterais (perda de campo visual lateral). Mais raramente, em adenomas hipofisários volumosos com crescimento para os lados da hipófise, podem surgir outros sintomas visuais que são a visão dupla, o desvio de posição dos olhos, a queda da pálpebra e o desvio de um dos olhos para baixo e para o nariz. Este quadro caracteriza relativa gravidade e, frequentemente, se associa com dor ao redor do olho envolvido e perda visual severa, chegando até a cegueira. Os sintomas hormonais são decorrentes da diminuição ou do excesso de produção das hormonas hipofisários. A diminuição da produção provoca um conjunto de sintomas conhecidos como Hipopituitarismo. Os sintomas de excesso hormonal são decorrentes do excesso de produção de prolactina, GH e ACTH, constituindo doenças específicas apresentadas em outros itens desse site.
Como se trata?
Em situações nas quais o tratamento não é suficiente, pode ser indicada a cirurgia transesfenoidal para ressecção do adenoma. Essa cirurgia é uma microcirurgia realizada através da região nasal, utilizando microscópio e abordando a região do hipófise por sua parte inferior. Em último caso pode estar indicada a cirurgia por via transcraniana, ou seja, realizando uma abordagem da hipófise por sua porção lateral ou superior, o que envolve cortes cirúrgicos na calota craniana.
Como se previne ?
Não se conhecem métodos de prevenção. O diagnóstico precoce e um adequado manejo endocrinológico e, quando necessário, neurocirúrgico, são fundamentais para a adequada resolução das diversas situações clínicas associadas aos adenomas hipofisários.
Reflexão:
Eu publiquei esta postagem uma vez que, para mim, era desconhecido este tipo de tumor. Logo, desconhecia os seus sintomas, os seus efeitos. Mas o que chamou mais a minha atenção foi o facto de um dos sintomas ser uma continua dor de cabeça que passa que com uns simples analgésicos. Uma dor de cabeça que qualquer um possa ter pode ser um indício que algo corre mal na hipófise. Felizmente a cura é possível, uma vez que como temos estudado a hipófise é uma glândula endócrina que produz numerosos e importantes hormonas, sendo por isso reconhecida como glândula-mestra do sistema nervoso.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Testículos

Os testículos são glândulas sexuais masculinas. Eles estão localizados numa bolsa de pele – o escroto. Os testículos são constituídos por túbulos seminíferos onde ocorre, continuamente, a produção de espermatozóides e hormonas sexuais.
Estas glândulas estão localizadas fora do corpo, uma vez que, para que os espermatozóides se desenvolvam, há necessidade que os testículos mantenham uma temperatura alguns graus abaixo da temperatura normal do corpo.
As células germinativas dentro dos túbulos seminíferos (células de Sertoli) produzem espermatozóides. Os espermatozóides atingem o epidídimo ainda imaturos. Eles são mantidos lá algum tempo para atingirem a maturidade até que, eventualmente, se movam para o tubo deferente para serem combinados com as secreções da próstata e vesículas seminais formando assim o sémen ou esperma.
As células de Leydig distribuídas ao longo do testículo são a fonte principal de produção de testosterona do corpo. Testosterona, a hormona sexual masculino, é essencial para o desenvolvimento dos órgãos reprodutivos e caracteres sexuais secundários como: pêlos no corpo e face, voz grossa. Sem a quantidade necessária de testosterona, o homem perde o vigor sexual, pode apresentar fraqueza, depressão e osteoporose.
Durante o desenvolvimento embrionário, as células germinativas primordiais masculinas migram para os testículos em formação e originam as espermatogónias, localizadas na periferia da parede dos túbulos seminíferos.
Da puberdade até à morte há uma produção contínua de espermatozóides.
A produção de espermatozóides implica um processo longo, que engloba várias etapas:
.Fase de multiplicação – as espermatogónias diplóides (46, XY), dividem-se por mitose, originando células idênticas.
.Fase de crescimento – ocorre um crescimento de volume quase imperceptível em cada célula com replicação de DNA, formando-se o espermatócito I.
.Fase de maturação – cada espermatócito I (2n) experimenta uma divisão nuclear meiótica. No final da primeira divisão estão formadas 2 células haplóides (23,X ou 23,Y), os espermatócitos II, nos quais cada cromossoma tem 2 cromatídios. No final da segunda divisão da meiose formam-se quatro células haplóides os espermatídeos em que cada cromossoma possui só um cromatídeo.
.Fase de diferenciação – ocorre a transformação dos espermatídeos, células esféricas, em células altamente especializadas – espermatozóides. Essa especialização designa-se por espermatogénese.

Reflexão:
É sabido por todos que qualquer órgão do nosso organismo é importante. Ora, os testículos não fogem à regra. Estes são importantes na medida em que devemos a ele toda (ou case toda) a evolução sofrida a nível físico ao longo das nossas vidas, no caso do sexo masculino. Por isso, se for do sexo masculino, aconselho os leitores deste post a reflectir um pouco uma vez que não se dá a devida importância aos testículos; todos os dias os “maltratamos” com alimentações desiquilibrados e com comportamentos poucos favoráveis à saúde destes.